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ODS 13 em Ação
Quinta, Abril 4, 2019

Na terça-feira, partilhámos contigo o objetivo de desenvolvimento sustentável número 13, que diz respeito à ação climática e pretende adotar medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactos.


Como tem já vindo a ser habitual, partilhamos hoje contigo agora algumas ideias e algumas iniciativas que te podem não só inspirar, mas também proporcionar experiências que irão mudar a tua vida e a daqueles que te são próximos.


Fica a conhecer alguns projetos relacionados com este ODS.


O modelo de negócio da The Navigator Company tem por base a gestão sustentável e certificada das florestas, conciliando as preocupações ambientais e sociais com a vertente económica. As plantações de eucalipto e de outras espécies florestais e ornamentais desenvolvidas pela Navigator são um importante sumidouro de carbono, contribuindo para reduzir os gases com efeito de estufa (GEE) na atmosfera.

Igualmente importante é o investimento contínuo em novas plantações, fonte da matéria-prima utilizada, que evita a desflorestação de áreas naturais. A The Navigator Company tem desenvolvido soluções de negócio de baixo carbono em linha com a agenda global para a ação climática: uso da biomassa florestal e da energia solar, substituição de combustíveis fósseis por outros menos poluentes (gás natural), programas de eficiência energética e otimização da produção e do consumo de energia.


A Estratégia LIPOR 3M – menos Resíduos, menos Carbono, mais Clima, representa o contributo voluntário da LIPOR no combate às alterações climáticas. A adoção desta estratégia representa o compromisso de ação, tendo como base 4 eixos de tendo como base 4 eixos de atuação: (1) conhecimento, (2) ação, (3) mobilização e (4) cooperação. O compromisso assumido pela LIPOR para o ano de 2016, foi o de reduzir as suas emissões em 16% (face ao ano de referência de 2006). Com o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido, a LIPOR em 2016 obteve um a redução de 17,7%, tendo alcançado a meta proposta.
Uma vez que a actividade central do Grupo se centra na Distribuição, Jerónimo Martins tem como objetivo reduzir os impactes ambientais associados aos processos de logística em toda a cadeia de valor, minimizando o consumo de matérias-primas e de fontes de energia, bem como diminuindo o número de emissões de gases com efeito de estufa (GEE) e de resíduos gerados.


Como tal, o Grupo privilegia o uso de veículos que cumprem os requisitos Euro 5 e Euro 6 e tem implementado um programa de retorno (backhauling) que, iniciado em 2011, consiste na optimização de rotas e maximização da carga através da recolha de paletes vazias nas viagens de retorno das próprias lojas, assim como de fornecedores do Grupo em Portugal e na Polónia.


Em 2016: 97% e 68% das viaturas de transportes de mercadorias do Grupo na Polónia e em Portugal, respectivamente, respeitaram os requisitos Euro 5 e Euro 6. O Programa de Backhauling permitiu a recolha de mais de 494 mil paletes, evitando percorrer mais de 7,5 milhões de quilómetros, o que equivale a cerca de 6,5 mil toneladas de CO2. Nos últimos 6 anos, foram recolhidas 2,6 milhões de paletes, evitando 38,2 milhões de quilómetros em viagens e a emissão de 35,4 mil toneladas de CO2.


A procura de soluções amigas do ambiente e economicamente eficientes levou os CTT a expandir a sua frota de veículos alternativos, especialmente de veículos elétricos. Atualmente, a frota conta com 341 veículos – cerca de 10% do total – sendo a menos poluente das maiores frotas de Portugal. De forma a promover a eficiência no consumo de combustíveis, os CTT também implementaram um sistema de avaliação e estimativa de eco condução, envolvendo mais de 4.700 colaboradores. O sistema avalia o desempenho das equipas em termos de consumo e emissões, acidentes e satisfação do cliente. Para lidar com os desafios de mobilidade, em particular com as deslocações quotidianas, os CTT lançaram, em 2015, uma plataforma interna de partilha de boleias, acessível aos 1.200 colaboradores da sede. Alterações comportamentais nos padrões de condução permitiram identificar um potencial de redução de 16% no consumo de combustível, equivalente a poupanças anuais na ordem dos 700 mil euros e uma redução de 1700 toneladas de emissões de CO2. Deslocações quotidianas: 58 utilizadores registados na plataforma de carpooling no primeiro ano, evitando um total de 31.633km2 percorridos e 6.3 toneladas de CO2 emitidos.
O Plano Estratégico de Cascais face às Alterações Climáticas é um estudo pioneiro concluído em 2010 que analisa os cenários climáticos, impactes e estratégias de ação para o município. Foi posteriormente integrado no PDM para articulação com os instrumentos de gestão do território e planeamento estratégico da Autarquia. Atualmente, a estratégia foi reforçada com o Plano de Ação para a Adaptação às Alterações Climáticas (2017), contanto com uma atualização dos cenários e com um enquadramento dos ODS para a implementação de 13 medidas integradas em 80 ações até 2030.


A Carta de Climatopos incluída no PDM inaugura a aproximação estratégica ao planeamento e ordenamento do território para as alterações climáticas. A avaliação das condições climáticas visa identificar soluções de planeamento e ordenamento que visem minimizar o stresse térmico das áreas urbanas, sobretudo em situações de calor extremo e criar condições de ventilação ótimas, de modo a melhorar a qualidade do ar e reduzir as necessidades de arrefecimento/aquecimento dos edifícios. 


O projeto ClimAdaPT.Local decorreu entre 2013 e 2016 e teve como objetivo iniciar em Portugal um processo contínuo de elaboração de Estratégias Municipais de Adaptação às Alterações Climáticas (EMAAC). Contanto com os contributos de experiências existentes, do qual Cascais, foi um membro ativo, 27 municípios replicaram as metodologias para a integração das alterações climáticas nas políticas locais. O programa foi percursor da Rede de Municípios em Adaptação local que prolongará o esforço em assistir os municípios portugueses no seu processo de resiliência.


Se há ações no teu dia-a-dia que podem ser mais sustentáveis, não hesites e faz melhor! Lê ainda «Nós estamos a devastar a natureza».


Noticia (Público)

VAMOS TRANSFORMAR O MUNDO
 


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